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Espresso Netflix Dan Lin foi demitido do comando de cinema da Netflix na segunda-feira, após a redução de 6% do quadro na semana passada, que atingiu a diretora de conteúdo Bela Bajaria e Doug Belgrad, braço direito de Lin. → Glee Darren Criss estreou no Royal Albert Hall, em Londres, e dividiu um dueto surpresa com Chris Colfer, com Alan Cumming, Gaten Matarazzo, Sarah Hyland, Jesse Tyler Ferguson e Alex Newell entre os convidados. → Slipknot Um vereador de Londres quer impedir que Marilyn Manson abra um show do Slipknot, e o músico também se apresenta no Brasil em 2027. →
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Judi Dench comenta o fracasso de “Cats” em novo livro
 Judi Dench, que interpretou Old Deuteronomy em “Cats”, de Tom Hooper, revisita o filme em seu livro de memórias, ainda por lançar, “Is It Too Late to Make a Run For It?”. O longa foi criticado de forma quase unânime, e a atriz foi indicada ao Razzie pela atuação. Sobre o resultado, ela é direta: “Oh God, I can’t bear it” (em tradução livre, “Meu Deus, não aguento”). Foi um desperdício da boa vontade e do talento de Andrew Lloyd Webber, que, segundo ela, esperou muito tempo para ver o filme sair. Ela também diz que nunca viu a versão final, então não consegue julgá-la. Reconhece a hostilidade dos críticos, mas afirma que ninguém começa um projeto querendo entregar uma atuação ruim ou um filme ruim: a pessoa faz o melhor, oferece algo e espera que o público entre na festa. Dench amplia o olhar para o setor: para ela, é um milagre que qualquer filme, peça ou série seja feito, e mais ainda que dê certo, porque há muitas partes móveis. Às vezes o momento é errado, o elenco não se entrosa e os elementos não se combinam, mas as intenções, diz, costumam ser honradas.
Mesmo um fracasso de crítica rende uma leitura generosa: para Dench, ninguém faz um filme ruim de propósito.
Fonte: Variety
Ouvido no balcão What a waste of all that goodwill and talent. Judi Dench, atriz, em seu livro de memórias “Is It Too Late to Make a Run For It?”, citado pela Variety |
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Daisy Edgar-Jones abre a playlist de “Sense and Sensibility”
 Daisy Edgar-Jones compartilhou a playlist de “Sense and Sensibility”, filme em que vive Elinor Dashwood, para promover o lançamento. A lista vai de lendas como Billie Holiday, Minnie Riperton e Dolly Parton a nomes atuais como Alice Phoebe Lou, Julia Jacklin e Jessica Pratt. A atriz costuma ouvir músicas que a colocam na cabeça da personagem. A escolha de Dolly Parton tem origem pessoal: ela cantava “Here You Come Again” no carro, na volta da escola. Para ela, a música resume o que é amar alguém, com a dor de amor e uma leve raiva feminina que se quer colocar para fora. Edgar-Jones leu os livros ainda adolescente e sempre se conectou com a filha mais velha dos Dashwood, conhecida pelo bom senso e mais ponderada que a apaixonada irmã Marianne, vivida por Esmé Creed-Miles. Gosta de personagens com um poço fundo por dentro que os outros deixam passar, e vê na jornada de Elinor a aceitação do próprio lado mais selvagem. Na estreia em Los Angeles, em 7 de outubro, no United Theatre, ela esteve com a “família do filme”, incluindo Caitríona Balfe, a mãe Dashwood, e Creed-Miles, eleita pela Variety um dos “10 Actors to Watch”.
A trilha de Elinor está pública, e dá para ouvir o que a atriz ouvia para entrar na personagem.
Fonte: Variety
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Jon Stewart volta ao “Daily Show” com a França na mira
 Jon Stewart voltou à bancada do “The Daily Show” na noite de segunda-feira (19) e mirou o vice-presidente JD Vance, o presidente Donald Trump e o presidente francês Emmanuel Macron, depois de uma piada sobre a própria renovação recente no programa. O primeiro alvo foi Vance. Stewart exibiu um trecho em que o vice-presidente pede desculpas a uma mulher por usar retórica “imperfeita” e ironizou: a retórica desumanizante contra imigrantes, que ele descreveu como pilar da ascensão de Trump e Vance, agora seria só escolha ruim de palavras. Depois, foi à França, onde os tumultos do fim de semana, segundo autoridades francesas, não teriam relação com imigração, islamismo ou comunidades muçulmanas. Vance escreveu que liberais ocidentais “importaram o terceiro mundo” para a França, e Stewart rebateu, perguntando se imigrantes teriam trazido à França uma cultura de revolução e protesto. Stewart também citou Macron, que foi a um show de Celine Dion com a esposa em meio aos tumultos. Segundo o apresentador, os franceses protestavam contra o aumento do custo de vida e dos combustíveis, consequência do conflito no Golfo Pérsico. Para ele, a escolha foi óbvia demais como metáfora: o presidente curtindo o tema de “Titanic” enquanto o país desmorona.
O programa voltou com a política americana e a crise na França no centro das piadas.
Fonte: Variety
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Billboard Latin Music Week segue no Faena Forum, em Miami Beach, até 22/10. Hoje · Repercussão do vídeo de Felca e do projeto “#sinfel”, de 90 dias dizendo sim a convites que ele evitaria. Nas próximas semanas · Disney deve divulgar cenários, comentaristas e personagens do “Star Wars Funday Football”.
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Pra viagem Procure a playlist de “Sense and Sensibility” compartilhada por Daisy Edgar-Jones e ouça “Here You Come Again”, de Dolly Parton, a faixa que ela cantava no carro na volta da escola. Há dias em que as pessoas aparecem sem roteiro: um vídeo de confissão, uma lembrança de bilheteria ruim, uma playlist de adolescência. Fica a pergunta de quanto a gente conhece de quem acha que conhece. |
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