“Artificial”, drama sobre a OpenAI, estreia em Nova York e já tem campanha de Oscar
“Artificial”, de Luca Guadagnino, teve a première mundial na segunda-feira (5) à noite, no Festival de Cinema de Nova York. Andrew Garfield interpreta Sam Altman, CEO da OpenAI, ao lado de Yura Borisov. A resenha da Variety descreve um docudrama fiel à história, que volta aos primeiros dias da inteligência artificial e mostra como a tecnologia foi inventada, desenvolvida e sonhada. As primeiras reações vieram em tom de entusiasmo. Críticos de cinema chamaram o longa de “provocante” e “drama corporativo visceral”, e Matt Neglia, editor-chefe do Next Best Picture, escreveu que é o melhor filme do diretor em uma década. A Variety o chama de a verdadeira sequência de “A Rede Social”. Garfield contou na estreia que ficou encantado com Altman antes de interpretá-lo. Ele lembrou de ver o executivo depondo ao Congresso pela primeira vez, “lá atrás”, e a manchete da Variety completa a ideia: depois, a gente aprende mais sobre a pessoa. A Neon definiu a campanha de Oscar: Garfield em ator coadjuvante e Borisov em ator principal. Há dezesseis anos, Garfield viveu o cofundador do Facebook em “A Rede Social” e não levou o prêmio na disputa de coadjuvante. Agora ele vive o CEO afastado da OpenAI que voltou cinco dias depois.
Um drama sobre a OpenAI chega com elogios da crítica e campanha de Oscar já definida, o que o coloca na conversa da temporada de prêmios.
Fonte: Variety
Dois lados da xícara ▲ Ganha A Neon e Andrew Garfield, que lançam o filme com elogios da crítica e campanha de Oscar. | ▼ Perde Sam Altman, retratado como CEO controverso em um drama com pretensão de prêmio. |
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Casey Bloys fica e comanda HBO Max e Paramount+ no Skydance
 Casey Bloys assinou um novo contrato de vários anos e segue à frente de HBO Max e Paramount+. O acordo anterior com a HBO venceria no ano que vem. Ele acaba de ser nomeado co-chair e chief content officer da Skydance DTC, cargo que supervisiona os dois serviços. O movimento acontece depois que a Skydance Corp., de David Ellison, absorveu a Warner Bros. Discovery, controladora da HBO. A fusão teve peso suficiente para ocupar o noticiário da semana. Os efeitos já chegam ao exterior. Um relatório de segunda-feira dizia que Kevin MacLellan estava perto de assumir o comando fora da América do Norte, mas fontes da Variety afirmam que ele não seguirá no cargo. Colegas o elogiam como líder transformador, e a Skydance vai reorganizar toda a área internacional. O tema também ficou de fora de dois programas de TV. John Oliver usou a maior parte do “Last Week Tonight” de domingo para falar do Serviço Secreto, e o “Daily Show” de Jon Stewart optou por tratar de IA.
HBO Max e Paramount+ passam a ter o mesmo chefe de conteúdo, e o desenho internacional da nova empresa ainda será refeito.
Fonte: Variety
A dose exata 260 mil É o total de músicas deepfake de IA que a Sony Music pediu para retirar das plataformas digitais, e a gravadora diz que o problema cresce rápido. |
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