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Espresso Netflix “Minha Melhor Amiga”, com Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, chega amanhã (2 de novembro) à Netflix depois de ultrapassar R$ 100 milhões nos cinemas. → HBO Max “It: Bem-Vindos a Derry” ganhou no sábado (31) o especial de 30 minutos “Uma História de Derry”, passado séculos antes da série. → Deep Purple O vocalista Ian Gillan, de 81 anos, foi internado após uma emergência médica e dois shows da banda foram adiados. →
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Green Room completa 10 anos com homenagem a Patrick Stewart
 O diretor Jeremy Saulnier prestou homenagem a Patrick Stewart na sexta-feira, durante a sessão em celebração aos 10 anos de “Green Room” (2015), em Los Angeles. O ator morreu um dia antes, na quinta-feira, aos 86 anos. Segundo o Instagram dele, a causa foi uma breve batalha com Alzheimer e demência com corpos de Lewy. Saulnier contou que o filme estava perto de ser interrompido quando Stewart, do nada, demonstrou interesse no projeto. Cerca de uma semana depois, os dois já conversavam por telefone, e a produção foi aprovada na hora, segundo o diretor. Saulnier descreveu o ator como um cavalheiro e um líder gentil com todo o elenco. Contou que Stewart pediu para incluir um palavrão em determinado trecho de uma cena, enquanto a câmera passava, e o diretor deu a permissão. Para Saulnier, o episódio mostrou que o ator estava alinhado com a estética e as intenções do filme e com ele como cineasta. Stewart ficou conhecido como o capitão Jean-Luc Picard em “Star Trek: The Next Generation” e como o professor Charles Xavier nos filmes de “X-Men”, entre muitos outros papéis. A franquia segue em pauta: Navarrette será Rogue no novo “X-Men”.
Quem diz ter sido salvo por Stewart é o próprio diretor de Green Room, e o relato ajuda a entender o peso do ator no filme.
Fonte: Variety
Ouvido no balcão true gentleman, a kind leader to our whole cast Jeremy Saulnier, diretor de “Green Room”, em sessão de 10 anos do filme em Los Angeles, citado pela Variety |
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Juiz rejeita pela segunda vez ação de Trump contra o WSJ por carta a Epstein
 Um juiz federal rejeitou novamente as acusações de difamação de Donald Trump contra o Wall Street Journal. O caso trata de uma reportagem de 2025, que apontou que uma carta de aniversário de 2003 ao criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein teria sido escrita por Trump. Em abril, o juiz Gayles já havia concluído que a ação não alegava de forma adequada a malícia real, padrão jurídico dos EUA para provar difamação. Na ocasião, a corte arquivou a queixa sem prejuízo, porque ele só tinha feito uma tentativa de expor suas alegações. Na ação original, protocolada em julho de 2025, Trump pedia ao menos US$ 20 bilhões em indenização, em dois pontos de difamação. Os alvos foram o WSJ, as empresas-mãe Dow Jones & Co. e News Corp, os repórteres da matéria e Rupert Murdoch. Na época, Trump escreveu na Truth Social que havia protocolado um processo contra todos os envolvidos na publicação e chamou o jornal de inútil. Também disse esperar que Murdoch e seus amigos estivessem ansiosos pelas muitas horas de depoimentos que teriam de prestar. A Variety descreve esta como a segunda rejeição, mas o trecho publicado não detalha se Trump ainda pode reapresentar a queixa.
A Justiça dos EUA barrou de novo a ação, e a reportagem do WSJ segue de pé por ora.
Fonte: Variety
A dose exata Trump pedia ao menos US$ 20 bilhões em danos na ação original contra o WSJ, agora rejeitada pela segunda vez. |
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Phoebe Bridgers abre três noites no Intuit Dome com dueto de Billie Eilish
 Phoebe Bridgers abriu na sexta-feira o primeiro de três shows esgotados no Intuit Dome, em Inglewood, encerrando a turnê americana “Lost Weekend Tour”. A Variety descreve a noite como uma experiência completa, que transformou uma arena em espaço íntimo. O trecho do meio do show, segundo o crítico, foi emocionalmente arrebatador: Bridgers explorou em canções e em monólogo a relação complicada com a família, incluindo o luto pela morte do pai, que às vezes era abusivo e teve impacto na vida dela. O outro momento de destaque foi a participação de Billie Eilish, que entrou de pijama rosa de uma peça só. As duas dançaram “Savior Complex” com fantasias inspiradas em Peter Pan. Para o crítico, esse dueto deve pesar mais nas redes sociais, onde, desta vez, não há fotos do show. O tema mais comentado da turnê é a proibição de celulares: todos os aparelhos inteligentes ficam trancados em bolsas Yonder, algo raro em arenas. A Variety estima que seriam cerca de 18 mil bolsas e a equipe para geri-las, um custo relevante para a produção. O próprio crítico entregou também o Apple Watch e passou a abertura de Alex G e o intervalo sem saber a hora.
Um show de arena sem telas muda a experiência de quem vai, e o dueto com Eilish será lembrado só por quem estava lá.
Fonte: Variety
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No radar · a agenda de hoje Hoje · The Rasmus se apresenta às 19h no Carioca Club, em São Paulo, após o show de sábado ser remarcado porque Lauri Ylönen não teve condições de cantar. Amanhã · “Minha Melhor Amiga” estreia na Netflix. Próxima semana · O Deep Purple está previsto para retomar a turnê, depois da internação de Ian Gillan na Alemanha.
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Pra viagem Antes do próximo show, abra a página do evento e confira se há bolsas Yonder para celular, e deixe o relógio inteligente em casa se houver. O dia juntou estreias, fantasias e uma despedida, tudo vivido ao vivo, e um dos palcos pediu que ninguém filmasse. Fica a pergunta de quanto lembraríamos de uma noite sem registrá-la. |
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